Escute o Digestivo Putzgrila (das 13 às 15h) e o Rafael Cony Flying Circus (das 15 às 17h) toda terça-feira. Acesse www.radioputzgrila.com.br e keep on rockin´!
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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Batalhões de Estranhos: Segundo LP do Camisa de Vênus, 1985

Salve moçada!
Pois então... tô aqui na casa do meu cunhado em Florianópolis, quase duas da manhã, degustando uma Heineken litro e postando pros ouvintes putzgrílicos, conforme deixei gravado no Digestivo desta terça, o álbum Batalhões de Estranhos, do Camisa de Vênus.
O disco foi lançado em 1985, após o sucesso do single "Eu Não Matei Joanna d´Arc", de 1984. Foi o segundo LP do Camisa, eu um clássico do rock brasileiro da década de 80.



As canções que fazem parte do disco:
1. Eu não matei Joana D'Arc (Gustavo Mullem - Marcelo Nova)
2. Casas modernas (Gustavo Mullem - Marcelo Nova)
3. Lena (Karl Hummel - Marcelo Nova)
4. Ladrão de banco (Karl Hummel - Gustavo Mullem - Marcelo Nova)
5. Gotham city (Capinan - Jards Macalé)
6. Noite e dia (Karl Hummel - Marcelo Nova)
7. Crime perfeito (Karl Hummel - Marcelo Nova)
8. Rostos e aeroportos (Gustavo Mullem - Marcelo Nova)
9. Hoje (Karl Hummel - Marcelo Nova)
10. Cidade fantasma (Karl Hummel - Marcelo Nova)
11. Batalhões de estranhos (Karl Hummel - Marcelo Nova)

Eu tinha 10 anos quando lançaram o disco, e lembro que meu coroa tava me levando para a aula de natação no nosso Opala 78 e ouvimos "Eu Não Matei Joanna d´Arc" no rádio do carro.
Quando começou a rolar a música eu disse: "Pai, quero esse disco de presente de aniversário!". O LP tá lá na minha estante até hoje, um pouco gasto de tanto ouvir na minha eletrola Philips de tampa verde que eu tinha na época, mas ainda assim excelente de ouvir no meu Garrard de hoje.
Uma curiosidade: a menininha que tá segurando o flail (aquela arma medieval que é uma bola de ferro com pontas presa numa corrente num bastão) é nada mais nada menos do que Penélope Nova, filha tatuada do Marceleza e apresentadora da MTV.

Tá aí o link:
CAMISA DE VÊNUS - BATALHÕES DE ESTRANHOS (1985)
Espero que curtam o disco!
Grande abraço a todos e keep on rockin´!!!

Semana que vem vai rolar um Digestivo King Size especial de carnaval, sem samba, sem axé, sem pagode, sem ziriguidum mas com muito rock and roll e blues na veia... e na véia também!

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Rock progressivo brazuca do Bem (e do bom!): Apokalypsis lança o CD 1974

Pois então moçada...

Isso mesmo: ROCK PROGRESSIVO DO BEM E DO BOM!
É o meu querido amigo de fé e irmão camarada Zé BRasil lançando pelo seu selo, Natural Records, o registro gravado no Teatro Aquarius em 16 de dezembro de 1974.
Particularmente para mim é um disco muito especial: o dia da gravação foi o mesmo que meu filho nasceu (só que 25 anos antes) e no mesmo ano em que eu nasci. Sem contar a oportunidade que tive de fazer o projeto gráfico (mais um, ao lado do single "Cabelos Dourados" (parceria do Zé BRasil com ARnaldo Baptista) e dos cds "1975" e "70 de Novo) em uma parceria virtual com um dos grandes mestres das artes psicodélico-plásticas, Antonio Peticov (que além de criar capas genias para Os Mutantes foi também quem os levou para "andar de bicicleta" no final dos anos 60 em Paris) com sua obra Love Supreme de 1974 que ilustra a capa do disco.

LIBERDADE.
É a canção que abre o disco, com seus 13 minutos e a mensagem que resume o som do Apokalypsis: PEACEcodelia brasileira setentista da melhor qualidade, ou como diria meu amigo Zé: rock afrobrasileiro livre. Livre! Livre! Livre! A viagem segue maravilhosa ao som de Homo Sapiens, Amanhã, Voz dos Tambores, Foi em 66, OVNI e Vamos Salvar a Terra. Há 35 anos o recado já tava dado ao vivo pelo Zé BRasil (composição, solo vocal e bateria), Prandini (flauta, sax, guitarra e vocal), Tuca (piano e vocal) e Edu Parada (contrabaixo). O disco foi gravado por Pena Schmidt, o show teve a produção de Fernando Tibiriçá, fotos de Carlos Hyra e masterização de Renato Coppoli.
Para dar uma sacada no som do Apokalypsis, acesse o myspace da banda.
Além das gravações do 1974 dá para ouvir as diversas fases do Apokalypsis até os dias de hoje: canções do disco 1975 (registro do show "Rock da Garoa", também gravado ao vivo) e também do "Movimento 70 de Novo", capitaneado por Zé BRasil e sua partner Silvia Helena com as canções "Cabelos Dourados" (parceria de Zé BRasil e ARnaldo Baptista), "70 de Novo", "Arca de Noé Cósmica", "Afrodite" e "In Neverland", com letras de Nico Queiroz interpretadas por Zé BRasil & Silvia Helena e participações especiais dos guitarristas Norba Zamboni e Roberto Gava e do baixista Osmar Murad.

Quer comprar o disco? Camisetas? Contratar o Apokalysis para shows?
Esses são os contatos:
(11) 2548 3707 / 9957 6447
ze.brasil@apokalypsis.com.br

Em tempo:
Toda terça-feira no Rafael Cony Flying Circus (http://www.radioputzgrila.com.br/), das 15 às 17h, Zé BRasil apresenta o quadro Conexão Sampampa mostrando um pouco da história do rock paulistano da década de 70.
Grande abraço e Keep on Rockin´!